quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Circuladô De Fulô

Flor de Liz

Circuladô De Fulô

Flor de liz, não vá dizer
Se o vento tem compaixão
Pra te ver, te fazer esquecer
Da dor no coração
Eu sei que o farol
Te faz relembrar
Das noites com girassol
Talvez se você não chorar
Se você me deixar ajudar
Te tocar no coração
Saber que mais forte que a dor
É o amor que bate por ti
Amor do tão bom beija-flor.
Flor me diz, o que fazer
Se um beijo seu eu não posso ter
Se não fiz, por merecer
Quem sabe se eu te disser
Mas duro é o amor de partir
Se fica a olhar ele ir
Mas puro é o amor que está aqui
É só você se deixar sentir
Não temer só sorrir
Dizer que só quer ser feliz
Poder ver o pôr-do-sol
Com o beija-flor
Não mais com o girassol.

Djavan

A primeira dama me mandou um email perguntando sobre um email que vem circulando por aí que trata da verdadeira história por trás do mega sucesso de Djavan, Flor de Lis.
flordelizze7 Flor de Lis: A morte da esposa e filha de Djavan é hoax
Basicamente, o email é o seguinte:
Djavan  teve uma mulher chamada Maria, os dois teriam uma filha que se chamaria Margarida, mas sua mulher teve um problema na hora do parto e ele teria que optar por sua mulher ou por sua filha….
Ele pediu ao médico que fizesse tudo que pudesse para salvar as duas, mas o destino foi duro e a mulher e a filha faleceram no parto.
Agora é possível ’sentir’ a letra da música. Conhecendo esta breve história passamos a ouvir a música sob novo contexto, entendendo como a dor pode ser transformada em poema e arte.
Flor de Lis
Valei-me, Deus!
É o fim do nosso amor
Perdoa, por favor
Eu sei que o erro aconteceu
Mas não sei o que fez
Tudo mudar de vez
Onde foi que eu errei?
Eu só sei que amei,
Que amei, que amei, que amei
Será talvez
Que minha ilusão
Foi dar meu coração
Com toda força
Pra essa moça
Me fazer feliz
E o destino não quis
Me ver como raiz
De uma flor de lis
E foi assim que eu vi
Nosso amor na poeira,
Poeira
Morto na beleza fria de Maria
E o meu jardim da vida
Ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria
Nem margarida nasceu.
E o meu jardim da vida
Ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria
Nem margarida nasceu.
A história triste junto com os versos da musica fazem todo sentido e graças ao lado romântico-dramático dessa combinação, a coisa ganhou um vulto e vem se espalhando por aí. Eu dei uma boa rodada pela internet e fóruns em busca da verdade e só o que eu vi foram pessoas comentando que passaram a gostar mais da musica depois de entender a verdade por trás dela.
O problema, é que esta verdade não existe. è uma invenção de algum FDP que vai para internet e vira mais um desses emails idiotas que vão sendo reproduzidos e repassados ad eternum.
A história me cheirou a papo furado logo de cara, porque eu sei que o Djavan tem uma forma muito interessante de fazer musica, que é uma elaboração melódica primeiro e só depois de pronta a melodia que ele faz a letra, com a ajuda de um dicionário de rimas (o que explica que muitas musicas dele são meio sem sentido, embora belas). Isso não combina com alguém expor na musica seus fantasmas e dramas vividos.
Fora isso, eu achei neste blog um relato de uma moça que recebeu o mesmo email e entrou em contato com a assessoria do Djavan para saber se de fato ele perdeu a mulher e filha num parto trágico e depois, sofrendo a perda, compôs Flor de Lis.



quinta-feira, 16 de setembro de 2010

LEMA ESCOTEIRO


Originalmente 

O lema escoteiro é Be Prepared (esteja preparado), significando que você deve estar constantemente em um estado de atenção mental e corporal para cumprir o seu dever.

Esteja preparado mentalmente através de uma disciplina que lhe permita ser obediente a cada ordem, e também pensando de antemão nas situações e acidentes que podem ocorrer de forma, a saber, e desejar atuar de maneira correta no momento correto.

Esteja preparado fisicamente, tornando-se forte, ativo e capaz de atuar de maneira correta no momento correto.

FLOR DE LIZ E O ESCULTISMO

O Escotismo é uma escola de cidadania através da destreza e habilidade em assuntos mateiros


Os dez artigos da Lei Escoteira
(versão traduzida da original escrita por Banden-Powell, seguidos de breves observações feitas pelo próprio)


1. A Honra, para Escoteiros, é ser digno de confiança.
"A Honra para um Escoteiro é ser digno de toda confiança. Como um Escoteiro, nenhuma tentação, por maior que seja, e embora seja secreta, irá persuadi-lo a praticar uma ação desonesta ou escusa, mesmo muito pequena. Você não voltará atrás a uma promessa, uma vez feita. A palavra de um Escoteiro equivale a um contrato. Para um Escoteiro, a verdade, e nada mais que a verdade." Baden-Powell

2. O Escoteiro é leal ao Rei, à sua pátria, aos seus escotistas, aos seus pais, aos seus empregadores, e aos seus subordinados.
"O Escoteiro é leal à Pátria, à Igreja, às autoridades do governo, aos seus pais, seus chefes, seus patrões e aos que trabalham como seus subordinados. Como um bom cidadão, você é de uma equipe, 'jogando o jogo' honestamente, para o bem do conjunto. Você merece a confiança do governo de sua pátria, do Movimento Escoteiro, dos seus amigos e companheiros de Patrulha, de seus patrões ou de seus empregados, que esperam que você seja correto, fazendo o melhor possível, em benefício deles, ainda quando eles não correspondem sempre bem ao que você espera deles. Além disso, você é leal também a si mesmo; você não quer diminuir seu respeito a si mesmo jogando mal de propósito; nem vai querer decepcionar ou ficar em falta com outro homem, nem, tampouco, com outra mulher." Baden-Powell

3. O Dever para o Escoteiro é ser útil e ajudar o próximo.
"O dever do Escoteiro é ser útil e ajudar a todos. Como Escoteiro, seu mais alto objetivo é servir. Você deve merecer a confiança de que, em qualquer ocasião, estará pronto a sacrificar tempo, trabalho, ou, se necessário, a própria vida pelos demais. O sacrifício é o sal do serviço." Baden-Powell

4. O Escoteiro é amigo de todos e irmão dos demais escoteiros, não importando a que país, classe ou credo o outro possa pertencer.
"É amigo ou irmão, não importando a que país, classe ou credo o outro possa pertencer. Como Escoteiro, você reconhece as demais pessoas como sendo, com você, filhos do mesmo Pai, e não faz caso de suas diferenças de opinião, casta, credo ou país, quaisquer que elas sejam. Você domina os próprios preconceitos e procura encontrar as boas qualidades que tenham; o defeito deles qualquer um pode criticar. Se você põe em prática esse amor pelas pessoas de outros países e ajuda a fazer surgir a paz e a boa vontade internacionais, isto será o Reino de Deus na terra. O mundo inteiro é uma fraternidade." Baden-Powell

5. O Escoteiro é cortês.
"Como os antigos cavaleiros, você, sendo um Escoteiro, é, sem dúvida, polido e atencioso com as mulheres, velhos e crianças. Mas, além disso, você é polido mesmo com aqueles que estão contra você. Aqueles que têm razão, não precisam perder a calma; aqueles que não têm razão, não podem se dar ao luxo de perdê-la." Baden-Powell

6. O Escoteiro é amigo dos animais.
"Você reconhecerá como companheiras as outras criaturas de Deus, postas, como você, neste mundo, durante certo tempo, para gozar suas existências. Maltratar um animal é, portanto, um desserviço ao Criador. Um Escoteiro deve ter um grande coração." Baden-Powell

7. O Escoteiro obedece às ordens dos seus pais, do seu monitor ou do seu chefe escoteiro.
"O Escoteiro obedece, de boa vontade, sem vacilar, às ordens de seus pais, Monitores e Chefes. Como Escoteiro, você se disciplina e põe-se, profunda e voluntariamente, às ordens das autoridades constituídas, para o bem geral. A comunidade mais feliz é a comunidade mais disciplinada; a disciplina, porém, deve vir do íntimo, e nunca ser imposta de fora. Por isso, tem um grande valor o exemplo que você der aos demais nesse sentido." Baden-Powell

8. O Escoteiro sorri e assobia sobre todas dificuldades.
"Como Escoteiro você será visto como o homem que não perde a cabeça e que agüenta qualquer crise com ânimo alegre, coragem e otimismo." Baden-Powell

9. O Escoteiro é econômico.
"Como Escoteiro, você olhará para o futuro e não irá dissipar tempo e dinheiro com prazeres do momento, mas, ao contrário, fará uso das oportunidades do momento tendo em vista o futuro sucesso. Você fará isso com a idéia de não ser um ônus, mas uma ajuda para os demais." Baden-Powell

10. O Escoteiro é limpo no pensamento, na palavra e na ação.
"O Escoteiro é limpo em pensamento, palavra e ação. Como Escoteiro, espera-se que você tenha não só uma mente limpa, como também uma vontade limpa; seja capaz de controlar quaisquer tendências intemperadas do sexo; dê um exemplo aos demais sendo puro, franco, honesto em tudo que pensa, diz ou faz." Baden-Powell

FLOR DE LIZ

Ficheiro:Sumpfschwertlilie blüte.jpg
A flor-de-Lis é uma figura heráldica muito associada à monarquia francesa, particularmente, ligada com o Rei da França.

Ela permanece extra-oficialmente um símbolo da França, assim como a águia napoleônica.

Mas, não tem sido usada oficialmente ao longo dos vários períodos republicanos por que atravessou este país.

A palavra lis, de fato, é um galicismo que significa lírio ou iris, mas também pode ser uma contração de "louis", do francês, Luís, primeiro príncipe a utilizar o símbolo (ficando assim "fleur-de-louis", ou "flor de luís").

Assim, a representação desta flor, e seu simbolismo, é o que os elementos heráldicos querem transmitir, quando a empregam sob as mais diversas formas.

É uma das quatro figuras mais populares em brasonaria, juntamente com a águia, a Cruz e o Leão.

Actualmente é o símbolo de várias organizações de Escutismo.

A comenda
A Flor-de-liz simboliza o poder e a concessão dos Reis da França em recompensa de serviços eminentes ou de ações brilhantes.

O primeiro emprego atestado de um ramo de lis foi em um sinete do príncipe Luis, futuro Luís VIII de França, em 1211. O ramo foi substituido em 1375 por três flores de lis. Atualmente, é representado de uma forma estilizada, amarelo sobre um fundo azul: azul com um ramo de lis dourado ou azul com três flores-de-lis douradas, na versão moderna.

A flor-de-lis tem pouco a ver com a "lis" que se encontra nos jardins (utilizado em heráldica sob o nome de "lírio de jardim"
.
É uma alteração gráfica da íris de marais ( Íris pseudacorus L. ou "íris amarela") que teria sido escolhida no século V, como atributo, por Clóvis I, após sua vitória na Bataile de Vouillé sobre os Visigodos, a oeste de Poitiers, e que encontra-se abundantemente sobre as margens do rio Lys e do Senne na Bélgica.

ORIGENS


Origens

O primeiro emprego atestado de um ramo de lis foi em um sinete do príncipe Luís, futuro Luís VIII de França, em 1211. O ramo foi substituído em 1375 por três flores-de-lis. Atualmente, é representado de uma forma estilizada, amarelo sobre um fundo azul: azul com um ramo de lis dourado ou azul com três flores-de-lis douradas, na versão moderna.
A flor-de-lis tem pouco a ver com a "lis" que se encontra nos jardins (utilizado em heráldica sob o nome de "lírio de jardim" ). É uma alteração gráfica da íris de marais ( Íris pseudacorus L. ou "íris amarela") que teria sido escolhida no século V, como atributo, por Clóvis I, após sua vitória na Bataile de Vouillé sobre os Visigodos, a oeste de Poitiers, e que encontra-se abundantemente sobre as margens do rio Lys e do Senne na Bélgica.

Símbolo do Escotismo

A flor-de-lis é o principal símbolo do escutismo mundial, a origem deve-se a utilização da mesma em cartas náuticas representando o norte com a sua ponta, assim como uma rosa dos ventos, além de ser o símbolo da monarquia francesa desde o século XII.
O símbolo foi escolhido por Robert Baden-Powell como representação do movimento que ele criara, pois idealizava a direção que o escotismo seguiria desde então, a flor-de-lis para os franceses também representava pureza de espírito, luz e perfeição, atributos incorporados no escotismo até os dias de hoje.

Na literatura

O símbolo foi apresentado na moderna ficção sobre temas históricos e místicos, como no best-seller O Código Da Vinci e outros livros discutindo o Priorado de Sião. Ela repete na literatura francesa, onde exemplos bem conhecidos incluem a flor-de-lis em personagens de O corcunda de Notre Dame de Victor Hugo, e de referência em Os Três Mosqueteiros de Alexandre Dumas ao antigo costume de marcar com um sinal o criminoso. Durante o reinado de Elizabeth I da Inglaterra, conhecida como a época elizabetana, era um nome padrão para uma íris, uma utilização que durou séculos, mas ocasionalmente se refere a lírios ou outras flores. Ele também apareceu na novela "The Confederacy de Dunces por John Kennedy Toole", em um sinal composto pela personagem principal.